dezembro 29, 2025 OUÇA O ARTIGO Por Irmão Dário Angelo Baggieri (*) No crepúsculo da era digital, onde telas piscam como estrelas falsas e o homem corre atrás de likes efêmeros, surge a dúvida antiga: vale a pena ser maçom, guardião de símbolos eternos, em tempos de templos virtuais e rituais esquecidos? Olhe ao redor: o mundo grita em caos. Guerras frias viram quentes em posts; virtudes se dissolvem em algoritmos. E a fraternidade, onde fica? Está se tornando “um meme” passageiro. Por que vestir o avental, erguer o malhete, quando o esquadro da vida parece torto? Pergunta coloquial que muitos fazem. Mas pare, irmão, e contemple o Oriente. A Maçonaria não é relíquia de museu, nem clube de segredos para curiosos. É forja de almas, lapidação do artífice de si próprio, onde o eu bruto vira pedra polida. Analisando pela batuta do sábio mestre, concluímos que, nos dias atuais, vale mais do que nunca. Vivemos na Torre de Babel 2.0: línguas confusas em redes sem a......